Amigos, Amigos, Negócios a Parte

Luis Filipe Costa Carvalho

Eu só queria deixar uma coisa clara.
Quem esta perdendo aqui não sou eu. Na verdade eu até ganhei. Estava vendendo um site que vale, no mínimo, X reais por 1/3 do preço. O Site usa o que tem de melhor
nas tecnologia atuais e, além disso, possui um setor administrativo com a possibilidade de atualização em tempo real do site. Então prefiro pensar que quem perdeu tempo
foi voce, um ano me prestando consultoria para fazer um site, digamos… com uma qualidade rasoável para uma imobiliária e agora e quem tem o site sou eu.

Grato.

Att;
Filipe

Há mais, ou menos, um ano eu começei a fazer um site de uma imobiliária de uma amiga minha. O Preço cobrado era simbólico, algo em torno de 1/3 do valor real do sistema. Eu posso garantir que a codificação do site era boa, sem gambiarra, usando AJAX, webstandards, otimizações em SEO, além de uma área administrativa com possibilidade de alteração em tempo real no site.

O que estava combinado era que a pessoa me pagaria no termino do projeto. Com o tempo nós fomos nos falando e fazendo o site. Ficou legal, embora o layout seja pobre. Aos trancos e barrancos nós fomos chegando aos finalmente e, consequentemente, a cobrança em cima de min aumentou. De qualquer forma o site foi terminado.

Na hora de receber é obvio que foi claramente exigido um profissionalismo a altura do tido pela minha parte. Bom, isto não aconteceu.

Normalmente em projetos Web se paga uma parcela na parte do desenvolvimento e a parte final na hora de termino no projeto. Tendo em vista que isto não foi feito e que eu tinha que, no final do projeto, receber uma parte e publicar o projeto inteiro e futuramente receber a outra parte a minha paciência, obviamente, se esgotou.

O resultado foi um telefonema aos berros para a pessoa estava fazendo o projeto comigo. Minha amiga.
Resmindo, no final da história o pai dequela menina mimada que acha que é esperta e que é passando por cima dos outros que se sobe minha amiga, o real cliente, me ligou e perguntou o que estava acontecendo, já que o menino que vos escreve não tinha ligado gritando para a filhinha dele. Após a história explicada o que eu ouvi foi o seguinte:

Cliente: Fill, então nós podemos fazer assim. Você fica com o site e eu procuro outra pessoa para isso.
Fill: Por min esta ótimo, eu ainda vendo ele para outra pessoa. Passar Bem!
Cliente: Tu tu tu.

Foi após isso que eu escrevi esta mensagem, e foi ao lê-la que eu desisti de envia-la. Eu fiquei pensando no futuro deste projeto.

Eu, tendo o projeto pronto, posso vende-lo para outra pessoa pelo valor real do projeto e ganhar uma graninha.
E o cliente? Bom, vai contratar outra pessoa, que se não for amigo, não vai fazer um serviço desses por um preço desses. Logo, ele vai pagar mais caro por uma coisa igual, ou mais barato para uma coisa bem pior.

Esta foi a minha lição do dia, que é título deste post.

“Amigos, Amigos, Negócios a Parte”

Assuntos Aleatórios, Cotidiano, Interessante, Leu? Comente! 11 Comentários

Jornal Colaborativo

Luis Filipe Costa Carvalho

O conteúdo colaborativo surgiu nas revistas científicas, onde os pesquisadores trocavam experiências sobre suas pesquisas e descorbertas com artigos enviados para as redações das mesmas.

Esse exemplo de conteúdo colaborativo migrou para internet juntamente com surgimento do conceito de Web 2.0, a web que ultrapassa os limites da exibição de textos, fotos e animações. Permitindo uma maior interação entre o usuário final e o serviço.

O conteúdo colaborativo já existia na Web 1.0, sob a forma de guestbooks e fóruns. Mas era pouco explorada e sempre aplicada em segundo plano no projeto. Sem ter a devida importância merecida.

Atualmente, boa parte dos grandes websites de sucesso não produzem seu próprio conteúdo (Youtube, Flickr, Wikipedia, del.icio.us, etc) , ficando a cargo dos usuários que além de contar com uma gama maior de opções para consultar, ainda podem gerar o conteúdo e participar da comunidade.

Há algum tempo venho percebendo que essas empresas não administram mais seus portais, deixando o conteúdo a cargo dos usuário, essas empresas apenas administram a comunidade criada em torno do website.

Existem projetos de conteúdo colaborativo para vários tipos - fotos, vídeos, planilhas, textos, diários, piadas, etc. E esses conteúdos são responsáveis por boa parte do tráfego de internet no mundo. Os usuários podem criar diários pessoais (blogs - mas nem todos os blogs são diários pessoais), álbum de fotos e até mesmo um canal de televisão online à partir dos vídeo do Youtube.

Dentre todas essas opções de participar de uma comunidade, falta um Jornal Colaborativo sem vínculo com algum grande grupo de mídia. Um jornalismo colaborativo deve ter a interferência de um profissional da área para ter credibilidade, mas os canais de jornalismo colaborativo aberto pelos grandes grupos de mídia são subordinados ao editorial e a política da empresa. Sendo publicado somente o que é de interesse deles e não da população.

Seria como a filosofia de César, o imperador. Que fornecia pão e circo para seus súditos, mas em contra partida os explorava com impostos e penas de morte. A população se sentia contente e segura, mas estavam nas garras de um tirano que seivava suas vidas e dignidade. Os grandes grupos de mídia fornecem o canal de interação com os usuários, mas publica somente aquilo que é de seu interesse político.

A falta dessa opção gera uma grande lacuna em termos de informação. As grandes empresas de mídia manipulam a população com seu jornalismo sensacionalista e notícias muito (des)interessantes. Estou cansado de ler notícias sobre celebridades como: Paris Hilton, Britney Spears, Beckham, Cuise, etc. Além de explorar ao extremo as tragédias de famílias pobres. Tudo isso em função do lucro. Essa é a nossa Imprensa Marrom.

Um pesquisa realizada pelas empresas de pesquisas GlobeScan e Synovate avaliou a opnião de 11.344 pessoas em 14 países e comprovou que 80% dos brasileiros se dizem preocupados com a propriedade das empresas de mídia e acreditam que esse controle pode levar à “exposição das visões políticas” de seus donos no noticiário. 43% dos entrevistados acham que a cobertura do noticiário pelos órgãos públicos brasileiros é “pobre”. Os brasileiros também se mostraram os mais interessados em participar do processo de decisão sobre o que é noticiado: 74% disseram que gostariam de “ser ouvidos” na hora da escolha das notícias. E tem mais: 52% disseram que a liberdade para informar os fatos de forma honesta e verdadeira é importante para garantir uma sociedade justa.

Vamos fazer algo a respeito ou continuaremos lendo a vida pessoal das `celebridades`?

Você participaria de uma comunidade de notícias, voltada para um jornalismo imparcial e moderno, sem vínculo com grupos de mídia? Comentem…

Paulo Gomes é Diretor-Executivo da Codeorama Software, publicitário e desenvolvedor para internet nas horas vagas. Possui 7 prêmios nacionais de propaganda, 5 internacionais de webdesign e é 3 vezes consecutivas vencedor na categoria E-Marketing pela APP-Ribeirão Preto.

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Imagem de lançamento do Windows Vista

Luis Filipe Costa Carvalho

Indicação do Fabiano Carboni do Que Bobao

Lançamento do Windows Vista
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Coisas que só se ve no IRC

Luis Filipe Costa Carvalho

freebox: ah meu que raiva do IE
uzzed: freebox, quer um martelo?
Fill: o.O

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Vírus no firefox

Luis Filipe Costa Carvalho

E não é que o pessoal agora inventou um vírus para Firefox? -.-’
Fui navegar nos computadores da faculdade ontem e ao abrir o meu querido browser do coração(Firefox) eu recebi este aviso.

virusnoff.JPG
Eu não odeio o Mozilla mas use o IE se não…

Logo me veio a cabeça qual seria o motivo para alguem fazer isso. Eu pensei em dois.

- Uma tática suja de algum concorrente.
- Alguem tem (muita 9898756438576916239 x 10 987987987)2 coisa para fazer.

Iai, o que vocês acham?

Assuntos Aleatórios, Inutilidades 25 Comentários
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